Fim do Fim de Temporada =)

January 17th, 2010 Marcelo Jardim No comments

Após ficar doente duas vezes, machucar o joelho e ficar sem computador, estou conseguindo colocar minha vida de volta a rotina normal.

Para quem me enviou e-mail e pensou que eu morri, tive alguns problemas com minha caixa de mensagem e perdi vários e-mails.

Para comemorar o meu retorno, segue o vídeo do  novo time formado para detonar em 2010… Radioshack!
Amanhã começará o Tour Down Under que será transmitido pelo Versus Channel… www.versus.com

Viva 2010 =)

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Vida de um Fotógrafo

November 16th, 2009 Marcelo Jardim No comments

Para vocês terem noção de como é ser um fotógrafo profissional em um evento ciclístico.

=)

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Pedal no Deserto

November 10th, 2009 Marcelo Jardim No comments

Pedal que fiz no deserto da California. Estrada entre California e Nevada.

Machuquei meu dedo ontem e não estou conseguindo digitar com a eficiência necessária para escrever um post com os detalhes do pedal que fiz no deserto. Assim que melhorar coloco algo no ar. =)

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Ciclovias e acostamentos sinalizados

October 27th, 2009 Marcelo Jardim No comments

Ciclovias e acostamentos sinalizados

  • Wilson Teixeira Soares
    Jornalista, ciclista, ex-conselheiro da ONG Rodas da Paz

    O outdoor cravado no canteiro central da Estrada Parque Dom Bosco, nas imediações da QI/QL 26 do Lago Sul, chama a atenção para a obra 1.356 do GDF: “implantação de vias para ciclistas”. A propaganda, à leitura rápida, induz a engano. O outdoor, em branco e verde, encabeçado pelo vocábulo ciclovia, sugere que o governo está a construir, ao longo da EPDB, uma via que segrega os ciclistas do trânsito.

    Uma ciclovia é um espaço restrito aos que pedalam, área na qual veículos automotores não podem trafegar, como as ciclovias do Varjão e de São Sebastião. Não. O GDF não está a construir uma ciclovia na EPDB. A obra, que teve início e que, sabe-se lá a razão, parece ter sido paralisada, não implica a construção de uma via exclusiva. O que o governo está a fazer, com lentidão, é sinalizar os acostamentos da principal artéria do Lago Sul.

    O foco é oferecer maior segurança aos usuários da bicicleta que na área trafegam. Porque a EPDB, além de ser rota de trabalhadores inúmeros, é área de treinamento de ciclistas-atletas de Brasília. A iniciativa de sinalizar horizontal e verticalmente os acostamentos insere-se no projeto cicloviário do Distrito Federal, que foi debatido com a Rodas da Paz e recebeu sugestões para seu aperfeiçoamento do ex-presidente da ONG, o engenheiro e ciclista Maurício Gonçalves.

    A implantação do acostamento sinalizado, que garantirá maior segurança a quem pedala, tem função pedagógica — advertir para a presença de ciclistas na pista e constranger os motoristas a dirigir em velocidade moderada e a não perder a atenção. Apesar da implantação dos acostamentos sinalizados ser uma conquista cidadã, vozes da reação estão a protestar contra a decisão do governo por ignorar que as vias públicas são bens comuns a veículos automotores, ciclistas, pedestres, portadores de necessidades especiais, crianças e idosos.

    Ao investir contra a implantação dos acostamentos sinalizados, adensam a convicção cultivada por expressivo segmento de motoristas de que as vias públicas são propriedades privadas dos veículos automotores. O ideal seria, na verdade, a desnecessidade de ciclovias. E de ciclofaixas. E de acostamentos sinalizados. O ideal seria que o sistema de ensino tivesse competência para, em todos os níveis, educar para a mobilidade urbana e conscientizar sobre os direitos e deveres de cada um no trânsito.

    Assim fosse, os motoristas saberiam que o Código de Trânsito Brasileiro reza que os ciclistas têm o direito de pedalar nos acostamentos. E que, inexistindo esses, devem conduzir as bicicletas pelo bordo da pista. A reação aos acostamentos sinalizados embute, contudo, uma dose de risco — a de induzir a uma iniciativa legislativa para proibir os ciclistas de pedalar nas vias públicas. Risco real, porque, no Brasil, é comum projetos de lei nascerem de ideias absurdas e até mesmo inconstitucionais.

    Além de dispor sobre como os ciclistas devem trafegar, o Código de Trânsito Brasileiro disciplina que ultrapassar pelo acostamento é infração grave, punida com multa e apreensão do veículo. A prática, no entanto, é costumeira tanto no Lago Sul quanto no Lago Norte. Quem faz tal manobra coloca em risco de morte os ciclistas. E o faz conscientemente, assumindo o risco a ela inerente — o de incorrer em homicídio por dolo eventual. Como o motorista que, embriagado, dispõe-se a apostar um racha, dirigindo a velocidade absurda, no vão central da Ponte JK.

    Ciclovias são obras úteis se construídas nas rotas utilizadas pelos usuários da bicicleta. De nada adianta construir uma, por exemplo, às margens do Lago Paranoá. Será um investimento perdido, utilizado, talvez, para o lazer. Quem treina ou pedala por necessidade não se desviará do trajeto habitual. E não o fará por motivo de fácil compreensão. A rota de utilização costumeira será sempre a habitual ou a mais curta. Como o direito à utilização das vias públicas é comum a todos, independentemente de como o veículo seja propulsionado, resta ao poder público uma opção — a de minimizar os riscos dos que nas ruas pedalamos.

  • Aproveitando o Momento

    October 26th, 2009 Marcelo Jardim No comments

    Estamos tão acostumados a pedalar de uma maneira tão constante (querendo quebrar o próprio recorde) que esquecemos de apreciar todo o cenário que esta a nossa disposição. Quantas vezses pedalamos ao entardecer e esquecemos de admirar o por do sol ? Qual o objetivo de se pedalar ? Trazer novas experiências ou conhecer novos limites? Com certeza os dois, por isso que eu sempre procuro pedalar o mais forte que posso e utilizar o tempo de descando para recarregar minha alma com todas as experiências e paisagens que o ato de pedalar me oferece diariamente.DSC09392 []

    Pensando nisso eu resolvi mudar a maneira que eu encaro o ato de pedalar, agora será algo mais social já que eu decidi voltar a treinar apenas depois do inverno. Pensando nessa maneira eu tive algumas experiências que gostaria de passar para vocês.

    A vantagem de se pedalar em uma cidade internacional como Los Angeles é o fato de você ter contato com pessoas de todos os lugares do mundo. Com o tempo você vai identificando a personalidade da pessoa com o lugar que ela é… Lembro do pedal que fiz com uns jamaicanos e eu simplesmente não conseguia parar de rir, tudo para eles é motivo de piada e chacota… Por isso que é difícil levar um treino a sério, eles estão querendo é sorrir =) Certo eles.

    Outro momento que sempre pipoca na minha cabeça foi no dia que eu pedalei com um Italiano (com seus 78anos de idade) que correu o Giro D’Italia. Nunca pensei que o corpo humano conseguisse chegar em uma idade avançada tão forte e disposto. Em poucos minutos ele conseguiu transmitir que ciclismo é sempre continuar pedalando e sempre sentir prazer em cada movimento do pedal. No tempo que pedalamos juntos ele se sentiu orgulhoso em me falar da experiência dele como ciclista profissional e que até hoje é o que o faz seguir adiante.

    Posso contar também que alguns pedais que fiz eu cheguei a ficar um pouco nervoso… Principalmente quando pedalei com alguns ciclistas que só olhava pela TV. Lembro no dia que pedalei com o Tyler Hamilton e literalmente não sabia o que fazer… Na hora eu só pensava… Esse cara já foi campeão mundial. Que pena que a carreira dele acabou de uma maneira tão triste.

    Além dos pedais inesquecíveis, os eventos que acontecem por aqui são excelentes. Interbike, Tour of California, Sea Otter Classic, Manhattan Grand Prix e vários outras provas e festividades fazem com que a comunidade ciclística daqui seja gigantesca. Acho que quase toda semana tem algum evento rolando na grande California e isso faz com o que o ciclismo seja uma raça. Para indentificar, basta olhar a perna raspado… Na hora você já pensa… Pau de Rato, duvido pedalar mais forte que eu. =)

    Falando em Tour of California, tive o imenso prazer em saber que uma das etapas será realizada em Los Angeles… Excelente notícia, ainda mais que o mesmo será no dia do meu aniversário… Melhor ainda é saber que o Lance Armstrong estará presente. Será a quarta tentativa que terei para vê-lo pessoalmente ( 1 – Interbike 2008 -  onde ele oficialmente falou que iria voltar a correr – eu estava em Las vegas, mas prefiri ficar no hotel. 2 – Tour of California 2009 – meu chefe não me liberou para assistir. 3. Pedalar com ele em Pasadena… Esqueci de checar meu Twitter) e dessa vez não deixarei passar em branco.

    É tão curioso como um esporte pode transmitir várias sensações e sentimentos com diferentes significados, mas no final tem apenas um objetivo, nos tornar pessoas melhores.

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    Giant 2010 – Dia de testes

    October 22nd, 2009 Marcelo Jardim No comments

    Hoje fui escalado para testar os modelos que a Giant vai por no mercado para 2010 e tive um gostinho do que é um emprego dos sonhos para quem adora ciclismo. Em geral essas “Demo Rides” são feitas em duas sessões, parte de seminários e parte prática.  DSC09530 []

    Nos seminários a Giant explicou qual a estratégia deles para 2010 e todas as atualizações em relação aos modelos 2009. Esse ano as novidades foram voltadas para as Mountain Bikes e a própria produção de componentes pela Giant. Excelentes novidades.

    Poderia escrever vários posts só falando das novidades técnicas e o porque dessas novidades, mas esse não é o meu objetivo. Estou aqui para falar da experiência que tive em pedalar essas bikes.

    Eu escolhi uma mountain bike e uma road bike para testar nas três horas que tive em um parque reservado para trilhas em Orange County, CA. As escolhidas foram a Giant XTC 29ER e a TCR Advanced SL 2, pois serão as duas bikes que me vejo pedalando no Brasil com o pessoal do Piki da Trilha em Brasília, DF .(abraço para o pessoal do Piki).

    DSC09547 []Iniciei meu trajeto com a XTC 29 para ver como é a sensação de pedalar uma Bike Cross Country com uma roda de 29″. A primeira sensação é que estamos pedalando em uma bicicleta que parece ser no tamanho maior que o tamanho real para uma MTB, mas é algo que conseguimos acostumar rapidamente  e notar como é vantajoso em se ter algo tão mostruoso.

    Iniciei os testes em uma estrada de terra com algumas subidas e descidas. Na hora da subida eu achei absurdamente mais fácil de escalar, já que com o tamanho da roda fica mais fácil em passar uma certa potência direto para  a bicicleta. Nas descidas eu não tive muitas dificuldades para controlar a bike, já que  (novamente) as rodas faziam a metade do trabalho para mim. Algo interessante que o representante da Giant nos falou, foi que a Giant direcionou bastantes estudos na hora de desenvolver as próprias rodas para esse tipo de bicicletas, já que outras fabricantes não tiveram tanto sucesso assim.

    DSC09533 [] []

    A segunda parte de testes foram trilhas mais técnicas com descidas alucinantes. California é conhecida por ter excelentes subidas e descidas quando se trata de Moutain Bikes, já que por aqui tem montanhas por todos os lados.

    Passei uns anos sem pedalar Moutain Bike e achei que teria bastante dificuldades para poder conseguir acompanhar a velocidade e agilidade de se pedalar em um terreno totalmente diferente do que estou acostumado, mas com a XTC 29ER não tive qualquer tipo de problemas.

    Lembrando que não estou aqui para divulgar qualquer tipo de marca, sou ciclista por que gosto de bicicletas e pedalaria qualquer marca. Tive a chance de pedalar a Giant e simplesmente achei espetacular.

    Uma das coisas que mais gostei nessa bicicleta foi a capacidade de acelerar sem dificuldades. O tamanho do aro permite isso sem ter que gastar muita energia e isso é um excelente fator para quem quer ter o melhor rendimento durante o pedal. DSC09542 [] []

    Nas descidas técnicas eu consegui passar pelos obstáculos com facilidade e  bastante estabilidade. Nunca me senti tão seguro com uma bicicleta na hora de uma descida como senti com a 29ER. Durante o pedal eu comparei a mesma com um trator, que passa por cima de tudo sem qualquer tipo de dificuldade.

    Para quem gosta de fazer pedais longos, trilhas técnicas com rendimento e não gosta da maneira que as Full Suspension funcionam, as 29ER’s funcionam perfeitamente. Eu particularmente nunca gostei de MTB com suspensão traseira, pois fui criado com hardtail e adoro a agilidade que tenho com esse tipo de bike.

    Caso vocês tenham a oportunidade de testar esse tipo de bike eu realmente recomendo.

    A segunda bike que tive o prazer de testar foi a nova Giant TCR Advanced SL 2, as novidades em relação ao modelo 2009 foram: stem, handblebar e o groupset Ultegra 6700. Como falei anteriormente, a Giant resolveu substituir o race face para sua própria linha de componentes para 2010.

    DSC09566 [] []Eu tenho a versão 2009 da TCR e não tenho palavras para descrever a qualidade dessa máquina. O quadro realmente é bastante rígido, responde incrivelmente rápido e confortavelmente eficiente.

    O ultegra 6700 funciona perfeitamente e as manetes de carbono deram um toque a mais no estilo clean que essa bike traz. Outra mudança para 2010 foi a mudança do ângulo para o Stem para uma versão mais aerodinâmica e o handlebar vem com uma versão mais longa para uma melhor eficiência.

    A Giant fez um excelente trabalho para as bikes 2010 e espero trocar de máquina em breve. Quem sabe não sai um patrocínio esse ano? =)

    Brasília – Baixaria no Governo (Arruda)

    October 22nd, 2009 Marcelo Jardim No comments

    Acabei de receber esse e-mail abaixo de um amigo de Brasília e gostaria imensamente de apoiar essa causa. Acho uma vergonha o que os políticos no Brasil fazem com a população. O Governador do DF tem condições de gastar dinheiro público na hora de utilizar um helicóptero para apertar a mão de um jogador de futebol, mas prefere cortar gastos na hora de tornar a cidade um lugar melhor para se viver. Que tipo de político é esse?

    Segue abaixo o e-mail.

    Creio que vocês já sabem, né?! Pois é. O Gov. do DF, o Arruda, passou o rodo nas promessas de fazer do Distrito Federal um exemplo para o Brasil no assunto ciclovias. Ele simplesmente podou QUATROCENTOS KMS do debatido, esmiuçado e esperadamente precioso Projeto Cicloviário do DF.
    O Projeto teve ampla divulgação na imprensa local, nacional e internacional. Foi falado aos quatro ventos para embaixadores e até no Ministério das Cidades, no BICICULTURA do ano passado, se botou falou dele aos quatro ventos e o escambau…

    Foram MUITAS horas de reuniões, consultorias, etc, para montar um projeto que atendesse aos anseios da população, que até quer, mas não possui rotas seguras para se deslocar de casa até os locais de trabalho.

    Na época, a Superintendente do DER, a Mônica Veloso, abriu as portas para debates semanais na sede do DER, e ali se reuniam representantes da ONG Rodas da Paz, grupos ciclísticos do DF, consultores e representantes do GDF.
    A Elizabeth Veloso era presidente da Rodas da Paz naquele tempo, e o Leandro Salim, que depois se tornou presidente da Rodas, fez pesquisas, entrevistas e montou um excelente trabalho, que serviu de base e até hoje tem os dados que o Leandro levantou utilizados pelo PROJETO PEDALA DF.

    Bem, está claro que o governador também está cercado por vários secretários e acessores que não são lá muito – ou nada – competentes e que não entendem – e nem querem – que este projeto siga em frente. Caso do Sec. de Transportes, o truculento Fraga.
    O que foi feito até aqui até que nos dava esperanças, apesar das mutilações no projeto original, falta de sinalização, acabamento abaixo do sofrível, etc.

    Mico geral do Gov. Arruda. Caraca!

    Bom, o que fazer então???!!!

    Mermão, BOCA A BOCA NO TROMBONE e entope a caixa do Arruda com correspondência reclamando dessa baixaria. Vamos fazer aí um mega abaixo-assinado via ONG Rodas da Paz e mandar direto pro Governador.
    Escreve para a imprensa local, nacional e internacional falando dessa falta de compromisso com o que prometeu em público.
    O próximo ano é eleitoral. Vamos agitar a bagaça!

    Não vamos ficar quietinhos não, minha amiga e meu amigo. Se você não fizer nada, NÃO VAI TER NENHUM DIREITO DE RECLAMAR AMANHÃ.

    Se liga na fita e vamos à luta!

    DVD – The Trilogy

    October 20th, 2009 Marcelo Jardim No comments

    Cyclefilm’s 3-part Sportive Reconnaissance Series called ‘The Trilogy’, contains inspiring cycling action with valuable insights into riding Europe’s most prestigious Cyclosportives.

    The Trilogy DVDs begins with the Italian ‘Maratona dles Dolomites’ followed by the bone breaking Spanish ‘Quebrantahuesos’ and conclude in true Tour de France spirit atop Alp’d'Huez, the finish of the French ‘La Marmotte’ Conquer the Road with Cyclefilm’s ‘THE TRILOGY’ Volume 1, 2 and 3, in association with Cannondale!

    More info, videos and cycling DVDs at: cyclefilm.com/trilogy.html

    THE TRILOGY – European Sportive Reconnaissance from CYCLEFILM on Vimeo.

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    Journey as Destination

    October 19th, 2009 Marcelo Jardim No comments

    Que tal cruzar o Tibet de bicicleta?

    Awesome video!!

    An exploration of some of the highest, most remote, and most challenging roads in the world, filmed while on a 4500km cross-Tibet cycling trip in 2007. A visual account of the local culture, the challenges faced there, and a sampling of the cycle touring lifestyle.

    Journey as Destination – HD from Dave A on Vimeo.

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    Fertilidade e Ciclismo

    October 19th, 2009 Marcelo Jardim No comments

    Qual o relacionamento da infertilidade com ciclismo? Será que ciclistas realmente possuem uma tendência a terem menos espermatozóides que uma pessoa que não pedala? Estava pesquisando sobre esse assunto e achei um artigo que esclareceu algumas dúvidas que eu tinha. O mesmo estudo serve para Ciclistas e Triathletes.

    É melhor prevenir do que ficar para titio. Sabendo disso tentarei repassar algumas informações que eu achei interessante.

    - O selim exerce um papel fundamental quando se trata de infertilidade (a dor relacionada ao selim quando o mesmo não está posicionado da maneira correta ou não é o recomendado para seu tipo corporal). Escolha o selim correto e sempre supervisione se o mesmo esta alinhado ou na posição correta pelo menos uma vez por mês. Caso não saibam como fazer isso, procurem um profisisional da área.

    - Já foi comprovado que o volume e intensidade de exercícios são causas na diminuição de produção de espermatozóides. Pessoas que pedalam mais que 300km por semana podem perder cerca de 4% quando comparado a produção de uma pessoa “normal”.

    - Na hora de comprar um short para pedalar, escolha o com a qualidade melhor, não o mais barato. Várias tecnologias são utilizadas para auxiliar a diminuição do atrito e da temperatuda na região que tem contato direto com o selim, já que são as duas causas que auxiliam nesse tipo de problema.

    - Enquanto estamos tentando superar nossas barreiras, o corpo direciona o sangue e oxigênio para os órgãos que precisam de atenção, fazendo com que o corpo humano pare de produzir espermatozóides. Respeite seu limite para que seu corpo possa funcionar corretamente.

    Existem casos de ciclistas que nunca tiveram qualquer tipo de problema e outros que só tiveram problemas durante a vida profissional, o que vale é ficar de olho, ir sempre ao médico e respeitar os próprios limites.

    O artigo que achei bastante interessante pode ser acessado em http://www.bikeradar.com/road/fitness/article/health-does-cycling-make-you-infertile-23556